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Artigos 28/05/2018

O 3º ano chegou! E agora?

  • admin
  • Por Colégio Integral

Chegar ao 3º ano é realizar um desejo que se mistura à alegria de concluir o Ensino Médio e ao medo do que está por vir: vestibular, faculdade, emprego ou nada disso. Mesmo que você não goste ou não saiba jogar futebol, neste ano você vai ‘bater o pênalti’. Assim como ocorre nos jogos da COPA, sua família estará unida na torcida por você, mas, ao contrário do que se vê em campo, ela não ficará calada enquanto você tenta se concentrar observando a posição do goleiro e a melhor forma de fazer com que a bola “entre no gol”, pois ela fará muito barulho. E seus professores e todo o corpo técnico pedagógico também! Todos cobrarão sua preparação ao longo do ano para o momento de marcar ‘esse pênalti’ (Leia-se: Para que você tenha sucesso no ENEM ou no vestibular!) Se seu escore no ENEM for alto ou se você passar no vestibular, a torcida fará mais barulho ainda! Gol marcado só não é comemorado pela torcida adversária, mas, sem dúvida alguma, não é a torcida que colhe todos os benefícios desse feito.

A história do 3° ano é igualzinha… Começa feliz, com a ‘convocação para compor o time’ e, na sequência, a torcida começa a fazer as cobranças: “Já estudou?”, “Nada de diversão, pois esse ano tem vestibular!”, “Que boletim é esse?”, “Está fazendo o quê? Vá estudar!” Diante de tanta pressão, é preciso posicionar-se com sabedoria, pois, quando chegar o momento em que você estiver diante das provas do ENEM/vestibular, a ‘marcação do gol’ vai depender exatamente de toda essa preparação. Como o futuro depende do que fazemos no presente, prepare-se com dedicação, atentando-se às aulas, conversando com sua família e seus professores e coordenadores sobre como ‘essa torcida’ pode te auxiliar. A receita do sucesso consiste na coragem e isso é válido para tudo na vida, pois essa é cheia de altos e baixos. Diante do inevitável pênalti a ser marcado, a preparação para o êxito já aconteceu, então, só resta a coragem para chutar e marcar o gol.

Não adianta sonhar e não ter coragem de realizar o sonho. Vamos lá, coragem!

 

Por Profª. Graziela Santino